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O que realmente diferencia as empresas mais preparadas em 2026
Tomar decisões sempre foi uma das responsabilidades mais críticas dentro de qualquer empresa. Mas, em 2026, esse desafio ganhou uma nova camada de complexidade. Vivemos em um cenário no qual nunca houve tanta informação disponível e, ao mesmo tempo, nunca foi tão comum ver líderes divididos entre dois caminhos: confiar na experiência e no feeling ou basear suas decisões em dados, análises e inteligência artificial. Na prática, esse dilema continua muito presente no mundo corp

Fatima Ribeiro
11 de ago.5 min de leitura


Avaliação de desempenho: ferramenta de gestão ou fonte de desgaste?
QUERO FALAR FRANCAMENTE COM VOCE – ESSE ASSUNTO É MUITO MAIS SÉRIO QUE VOCE IMAGINA A Avaliação de Desempenho é, sem dúvida, uma das ferramentas mais utilizadas na gestão de pessoas. E, ao mesmo tempo, uma das mais mal compreendidas. Em muitas organizações, ela ainda é tratada como um evento pontual — um formulário a ser preenchido, uma obrigação de RH ou um momento desconfortável entre líder e liderado. Quando conduzida dessa forma, o resultado costuma ser previsível:

Fatima Ribeiro
6 de ago.3 min de leitura


Currículos impressionam mas são os resultados que comprovam.
Em processos seletivos, especialmente para cargos de liderança e executivos, é comum encontrar currículos que impressionam à primeira vista pelas empresas renomadas, cargos de destaque, formações de excelência, fluência em mais de um Idioma, certificações, entre outros Tudo parece indicar que aquele profissional pode será uma escolha correta. Mas existe uma pergunta que poucas empresas fazem com a profundidade necessária: O que esse profissional efetivamente entregou? A difer

Fatima Ribeiro
4 de ago.2 min de leitura


POR QUE ALGUMAS COOPERATIVAS CRESCEM MAIS DO QUE OUTRAS?
Uma análise sob a ótica de gestão e liderança O cooperativismo brasileiro é, sem dúvida, uma das maiores forças do agronegócio nacional. Em diversas regiões do país, cooperativas desempenham um papel fundamental no desenvolvimento econômico, na geração de renda, na transferência de tecnologia e no fortalecimento da competitividade dos produtores rurais. No entanto, um fenômeno chama atenção de quem acompanha o setor de perto: atuando em mercados semelhantes, enfrentando os me

Fatima Ribeiro
30 de jul.3 min de leitura


O que 35 anos de RH e Gestão me ensinaram sobre performance comercial
Depois de mais de três décadas acompanhando empresas crescerem, estagnarem e, em alguns casos, perderem mercado, cheguei a uma conclusão incômoda: performance comercial raramente é um problema de vendas. Na maioria das vezes, é um problema de gestão. Ao longo da minha carreira, vi organizações investirem fortunas em treinamentos, ferramentas e campanhas, enquanto ignoravam fatores muito mais determinantes — seleção inadequada, liderança despreparada, processos frágeis e desal

Fatima Ribeiro
28 de jul.3 min de leitura


A guerra por talentos chegou às concessionárias
O maior desafio do setor automotivo pode não estar na venda de veículos, mas na capacidade de atrair e reter pessoas qualificadas. Durante décadas, o mercado automotivo brasileiro concentrou suas atenções em fatores como estoque, crédito, lançamentos, volume de vendas e relacionamento com fabricantes. No entanto, um novo desafio tem ganhado protagonismo dentro das concessionárias e grupos automotivos: a escassez de talentos. O que antes era uma preocupação restrita a setores

Fatima Ribeiro
23 de jul.4 min de leitura


Quanto custa perder um talento — de verdade?
No setor automotivo, o prejuízo pode ser muito maior do que parece No mercado automotivo, perder um talento nunca significa apenas perder uma pessoa. Significa perder produtividade, conhecimento técnico, relacionamento com clientes e estabilidade operacional. Em muitos casos, significa também abrir espaço para uma queda de desempenho justamente nas áreas que sustentam os resultados do negócio. Porque, sejamos francos: em um setor cada vez mais pressionado pela tecnologia emba

Fatima Ribeiro
21 de jul.5 min de leitura


Empresas fortes não apenas contratam bem. Elas estruturam para manter.
Atrair talentos sempre foi um desafio. Mantê-los tornou-se uma vantagem competitiva. Em um mercado cada vez mais dinâmico, muitas organizações continuam concentrando seus esforços na contratação de bons profissionais, acreditando que uma seleção eficiente é suficiente para garantir resultados sustentáveis. No entanto, a realidade demonstra o contrário. Os melhores talentos não permanecem apenas porque receberam uma boa proposta. Eles permanecem quando encontram um ambiente ca

Fatima Ribeiro
16 de jul.3 min de leitura


Empresas fortes não apenas contratam bem. Elas estruturam para manter.
O mundo corporativo enfrenta um momento difícil, não somente para atrair talentos, mas principalmente para mantê-los. Contratar corretamente tornou-se uma prioridade estratégica. Empresas investem tempo, recursos e energia em processos seletivos sofisticados, employer branding e pacotes de remuneração competitivos e nem assim tem conseguido manter uma equipe. Mas há uma pergunta que muitas organizações ainda evitam fazer: Depois de contratar bem, o que estamos fazendo para ma

Fatima Ribeiro
30 de jun.2 min de leitura


Como a IA está redefinindo a forma de liderar pessoas e organizações
A Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa tecnológica para se tornar um componente estrutural das decisões corporativas. Mais do que automatizar tarefas, a IA está transformando profundamente os processos de liderança — desde o planejamento estratégico até a gestão de pessoas, cultura e inovação. Consultorias globais como McKinsey e Gartner apontam que organizações que incorporam IA aos processos decisórios tendem a ser mais ágeis, precisas e resilientes. Nesse nov

Fatima Ribeiro
23 de jun.3 min de leitura


Maturidade organizacional - Quando os números começam a trabalhar a seu favor
A maturidade organizacional não se mede pelo tempo de mercado nem pelo tamanho da empresa. Ela aparece nos números. E talvez você não esteja gostando do que eles mostram. Empresas maduras operam com método, clareza e visão estratégica. E isso se reflete em indicadores concretos: previsibilidade de caixa, margens sustentáveis, produtividade crescente e retenção de talentos. Maturidade é sair do “apagar incêndios” e adotar antecipação. Pesquisas recentes mostram que empresas qu

Fatima Ribeiro
16 de jun.2 min de leitura


Treinar não é custo, é investimento
Durante muitos anos, o treinamento foi tratado como linha de despesa. Um número na planilha classificado como “custo de RH”, facilmente cortado ao menor sinal de instabilidade econômica. Mas essa lógica é curta. E, no mundo dos negócios, visão curta custa caro. Treinar pessoas não é despesa. É investimento estratégico — com retorno direto em desempenho, competitividade e sustentabilidade. O falso conceito de economia Reduzir investimentos em desenvolvimento pode gerar alívio

Fatima Ribeiro
9 de jun.2 min de leitura
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